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A natureza simbólica da imagem fotográfica
José Ricardo de A. Mello12
Resumo: Este artigo propõe uma aproximação entre a fotografia e a psicologia analítica de Carl Gustav Jung, refletindo sobre a imagem fotográfica para além dos seus aspectos figurativos. A fotografia deixa de ser unicamente reconhecida pelos seus aspectos de reprodução do real e passa a ser explorada em termos da dimensão simbólica de sua experiência: isto é, do ato fotográfico até seu resultado, o objeto fotográfico. Amplifica-se, desta forma, a compreensão da imagem fotográfica, permitindo o seu uso como linguagem expressiva na clínica junguiana.
Palavras-chave: arte, fotografia, psicologia junguiana, símbolo.
A gênese da fotografia
Se existisse uma fábula que nos contasse a história do surgimento da fotografia, essa nos levaria a 350 a.C., quando começaram os primeiros registros formais no Ocidente das experiências e observações de filósofos, cientistas e alquimistas em direção da Magnum Opus (a grande obra - o processo central da transmutação e transformação), que buscava compreender e dominar processos que pudessem responder questões sobre a natureza e a espiritualidade. A manipulação de metais e outros compostos, especialmente ideia de transmutação do chumbo (e outros materiais) em ouro e prata – a chamada pedra filosofal como ápice da experiência alquímica – carregava em sua subjetividade os aspectos de um caminho de transformação espiritual, a busca pela iluminação. A verdadeira “Lapis Philosophorum”.
Nessa época, a teoria de Aristóteles (com base na teoria do filósofo Empédocles, século V a.C.) influenciou a alquimia por longo tempo, com a visão de que cinco elementos básicos, o fogo, a água, a terra o ar e o éter (esse acrescido por Aristóteles), constituíam a matéria. Combinados entre si, por aproximação de opostos, esses elementos dariam origem a outros. Portanto, acreditava-se que todas as substâncias e
objetos do mundo seriam naturalmente fruto de diferentes combinações alquímicas
desses elementos.
Alquimia e a (pré)fotografia
Nesse caminhar da alquimia por diferentes buscas e experimentações, tem-se conhecimento que George Fabricius (1516-1571), alquimista renascentista, realizou e registrou experiências com sais de prata que enegreceram em contato com a luz. Um fenômeno primário da fotossensibilidade.
Dos séculos XIV ao XVI, o que se viu nesse sentido foram outras experiências em busca de maior controle da luz (como fenômeno da natureza) e dos sais de prata (componente químico) em diferentes suportes. Até que no século XIX, o químico britânico e ceramista, Thomas Wedgwood, um dos pioneiros da fotografia que fazia experiências com sais de prata, foi além e conseguiu gravar imagens (por contato) em uma superfície fotossensível, mas que ainda assim permaneciam nítidas por poucos minutos. As bases para o que viria a ser uma imagem fotográfica estavam
estabelecidas. O desafio se tornaria a fixação permanente da imagem num suporte. Os
estudos e experiências nesse sentido prosseguiram, mas a fotografia em sua essência foi se formando com base na aproximação de dois fenômenos que se desenvolveram separadamente e posteriormente se complementariam como processo: as experiências com os materiais fotossensíveis e o desenvolvimento da câmara escura. A fotografia por princípio é uma técnica que utiliza a luminosidade como base para a reprodução fotográfica. E desde a antiguidade os estudiosos observaram que imagens
eram projetadas em cavernas, cabanas e paredes, a partir da incidência de luz por pequenos orifícios, gerando o conceito de câmara obscura, que no futuro se tornaria o princípio das câmeras fotográficas.
Atribui-se a Aristóteles a criação do primeiro objeto (câmera obscura) na Grécia Antiga. Também se tem o registro de que no século X, o físico e matemático árabe Al-hazen de Barosa (965-1040) fez experiências e esquematizou o fenômeno das imagens que se projetavam em sua tenda direcionadas por feixes de luz, a partir de pequenos orifícios, ainda que sem muita definição. Porém, muitos consideram Leonardo Da Vinci (1452-1519), no século XVI, como o criador da câmara escura. Isto se deve ao reconhecimento de seu projeto como a melhor representação da forma como o olho humano percebe o mundo, com a luz seguindo pela pupila (como um orifício da câmera) e levando uma imagem invertida a se projetar na retina (no fundo da câmara escura). Da Vinci definiu a câmara escura como uma caixa vedada com espaço em seu interior, totalmente escura,
com um único pequeno furo (o diafragma das câmeras no futuro) que permite que uma
cena no exterior, iluminada, se projete como imagem invertida na parede oposta ao orifício. No entanto, antes de inspirar as futuras câmeras fotográficas, as câmaras obscuras foram utilizadas no renascimento como instrumentos do desenho e da pintura, que ajudaram os artistas na percepção das imagens projetadas e suas perspectivas.
Um salto para a vista da janela em Le Gras
Depois de muitas tentativas de uma fixação duradoura das imagens fotográficas por vários pioneiros da fotografia, chegamos a 1826, quando o inventor Joseph Niépce (1765-1833) – a partir da janela de sua casa na cidade de Saint-Loup-de-Varennes, na França –conseguiu gravar com uma câmara escura adaptada para receber uma placa sensibilizada, o que foi considerada a primeira fotografia da história, intitulada View from
the window at Le Gras (Figura 1). Para fixar a imagem de forma duradoura, Niépce usou uma folha de estanho coberta de betume da Judéia (um pigmento orgânico) e precisou
de uma exposição por cerca de oito horas à luz solar. Após a exposição, a placa foi mergulhada em óleo de lavanda para dissolver o betume que não havia endurecido, por fim, fazendo revelar a imagem gravada.

Figura 1: View from the Window at Le Gras (1826). Joseph Niépce.
Fonte:https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:View_from_the_Window_at_Le_Gras,_J oseph_Nic%C3%A9phore_Ni%C3%A9pce.jpg. Acesso em: 15/07/2025.
Após um longo período, com a evolução contínua dos processos químicos chegando à invenção dos filmes fotográficos, e o aprimoramento das câmeras, que se tornaram mais compactas e portáteis, abriu-se caminho para a popularização da
fotografia, que se transformaria na “ferramenta” que mudaria a forma de enxergar e
registrar o mundo, tornando a sua prática num hábito em diferentes lugares do planeta.
Desde então, a fotografia segue em sua linha do tempo num entrelaçamento com a história do homem moderno, atingindo um lugar de pertencimento nas famílias e na sociedade. Usada de forma amadora e/ou profissional, ela permitiu o “registro real” em grandes momentos e fatos da história.
Até os dias de hoje a fotografia é vivida (e entendida) por muitos como uma técnica de reprodução de uma realidade, captada por um instrumento capaz de congelar um instante. Porém, de alguma forma sua evolução aponta para uma possível ruptura com o “real”, transgredindo o conceito primário de sua origem e o amplificando para uma forma de percepção expandida, permitindo outras leituras da fotografia. Nessa escalada, a fotografia se desfragmenta do real para oferecer um sentido mais próximo de outras linguagens da arte:
A fotografia transcende o real porque consegue estabelecer mundos sensíveis. Ao acessar a percepção do indivíduo, a simbiose entre ilusão, imaginação e magia inerente à imagem fotográfica salvaguarda os múltiplos caminhos e dimensões simbólicas, subjetivas e da ordem do espírito. Se considerarmos que o olhar passa a desvelar o que
observa, com a destreza de construir mundos e narrativas, começamos a compreender que o estatuto ontológico da fotografia não é tão somente o espelhamento do real, mas a extensão poética do que nossos olhos enxergam, quando as fotografias têm
alma e transcendem o visível. É isso: enxergamos fotografias porque elas são repletas de sentidos encantadores, que rondam o invisível que reside nelas (Quintas, 2014).
Cada vez mais a maneira de pensar e realizar a fotografia é subvertida, permitindo que ela se remonte por meio de diferentes expressões; e seus resultados apresentem camadas mais aprofundadas em relação ao figurativo revelado no primeiro olhar.
Nessa nova simbologia, a fotografia abre um espaço para narrativas que vão além da sua compreensão semiológica, apontando um universo contemporâneo que a
aproxima os aspectos psicológicos de sua realização. Deixando de ser vista unicamente
como uma cópia fiel da realidade para uma percepção ampliada, a fotografia estabelece um diálogo por meio dos afetos (tudo que nos afeta) e emoções latentes, provindas dos deslocamentos dos tempos e espaços vivenciados por quem fotografa,
por quem é fotografado e por quem observa uma imagem fotográfica.
Esse deslocamento do eixo documental (existente desde a sua experiência original) para um eixo expandido coloca a fotografia em sintonia com a abstração e os sentidos
da arte, promovendo novas perspectivas para o que se apresenta por ela como realidade:
A abstração pode ser abarcada tendo como ponto de partida um sentimento tangível ou não, pode expressar um universal humano que está além da figura humana, como era o desejo de Mondrian (...), pode derivar do desinteresse da tradição assentada na representação, principalmente após o surgimento da fotografia (Leite; Wahba, 2017. p. 35).
A fotografia expressiva sob a ótica junguiana: imagens do inconsciente e sua transmutação na paisagem contemporânea
Fazemos parte de uma paisagem contemporânea (vida atual). E é nessa paisagem que transitamos, elaborando nossas referências culturais e experiências psíquicas por meio do que conseguimos captar pelos nossos sentidos e memórias. Do que nos chega pelos sentidos, parte habitará o nosso consciente e se revelará por meio de diferentes personas, em uma estrutura egóica, que nos levará a transitar nessa paisagem com parte do que podemos sentir de nós. Outra parte de nossas experiências nessa paisagem contemporânea transitará pelo nosso inconsciente pessoal, onde algo de nós estará mais à sombra. Revelando aos poucos o que existe em nós, não reconhecido e muitas vezes em oposição ao que reconhecemos. Imagens arquetípicas “vestirão” as expressões abstratas que estaremos a elaborar e aos poucos estarão conectadas a essa paisagem contemporânea por meio do que nos será simbólico para os novos tempos:
[...] cada símbolo é também ao mesmo tempo um arquétipo, que ele é determinado por um arquétipo per se, não perceptível, ou seja, ele deve ter um “desenho básico arquetípico” para poder ser visto como um símbolo. Mas um arquétipo não será necessariamente idêntico a um símbolo. Como estrutura de conteúdo inicialmente indeterminado, como “sistema de prontidão”, como “centro de energia invisível” etc., como já caracterizáramos o “arquétipo per se”, ele é no entanto, sempre um símbolo em potencial, e seu “núcleo dinâmico”, sempre que houver uma constelação psíquica geral, uma situação de consciência correspondente, estará pronto para se atualizar e se manifestar como símbolo (Jacobi, 2016).
Toda ordem de símbolos conjugarão as emoções do agora, vividas na contemporaneidade. Imagens universais, vivas no inconsciente coletivo permanecerão com toda a sua força, todos os princípios, emoções e traços humanos de todas as épocas. E nós, inseridos nessa paisagem contemporânea, estaremos a representá-las em toda sua essência, vestidas em símbolos da nossa cultura, traduzidas na linguagem do presente.
A fotografia, sob a ótica da psicologia junguiana, resulta do encontro psíquico das partes envolvidas na paisagem contemporânea: quem está atrás da câmera, do que e/ou de quem está à frente da câmera, do que estará enquadrado na imagem, do
que estará fora dela, das luzes e sombras que formarão a imagem e dos componentes arquetípicos que transitarão por toda a essência desse encontro; que estão diretamente ligados às pulsões imagéticas (fantasias e imaginações) e toda forma expressiva de realizar imagens, como forma de acessar essas pulsões:
[...] no processo criativo, o arquétipo formado é traduzido na linguagem atual; o resultado criativo possibilita o acesso a fontes mentais, que do contrário, ficariam obstruídas ao
indivíduo - trata-se aqui de significativos recursos psíquicos. Para Jung, essa também
é a importância social da arte: mesmo indivíduos com pouca criatividade podem entrar em contato com temas arquetípicos neles formados e utilizar esses recursos em benefício próprio, à medida que participam dos produtos da arte. Isso vale para todas as produções que os indivíduos já produziram. Todo mundo já passou pela experiência de ser tocado profundamente pela frase de um escritor ou filósofo, por uma imagem, uma escultura, um conto de fadas ou um texto, de sentir com eles de maneira emocional e cognitiva, que nos enriquecem dando ideias para a nossa própria vida e para aquilo que está por vir. Nossos problemas entram em ressonância com as respectivas sugestões que a história da humanidade nos dá para resolver esses problemas (Kast, 2019. p.37-38).
Um encontro entre a fotografia e a psicologia junguiana pode passar pela aproximação das duas tríades fundamentais que estruturam seus sistemas básicos de funcionamento. Aqui, a tríade fundamental do sistema psíquico, segundo Jung (2014a), a consciência, o inconsciente pessoal e o inconsciente coletivo, se encontra com a tríade fundamental da fotografia – a abertura que possibilita a entrada de luz (diafragma), o
tempo com que essa luz atravessará o dispositivo (o obturador) e a sensibilidade (iso) – que definirá o que da imagem poderá ser fixada num suporte em relação a sua percepção da luz do ambiente, numa espécie de mutualismo simbiótico. A aproximação
entre essas duas tríades nos remete aos princípios da alquimia, em uma espécie de opus contemporâneo na qual a luz de uma experiência, por aproximação, acaba por revelar o simbólico existente em suas camadas subjetivas, o que existe para além do tempo e espaço da imagem fotográfica.

Quando a fotografia deixa de ser vista a partir de uma ótica e de um tempo da fotografia em si (de uma ótica somente técnico/histórica e de um tempo somente cronológico) e passa a ser vista como uma linguagem expressiva, dotada de funções que permitem captar imagens que falam dos aspectos externos e internos de quem a realiza e de todos envolvidos na paisagem que se apresenta (na cena), devemos olhar o figurativo também como um referencial simbólico e não apenas como um referencial documental. O simbólico existente na imagem fotográfica é de ordem sutil, pois esses elementos da imagem podem traçar caminhos metafóricos para nos levar ao âmago de sua representação no inconsciente:
O tempo cronológico (em sua concretude indefectível) reside na imagem, mas – apesar dele – outros tempos se desencadeiam e se emaranham. Os tempos na fotografia que capturamos ingenuamente, que contemplamos, com os quais nos deslumbramos, que negamos, vivemos, percebemos e sentimos são efêmeros e construídos. A imensidão rege o tempo fotográfico. Os significados do tempo no campo teórico foram e vão se categorizando. Portanto, vem a busca de reconhecer o tempo. No entanto, transpondo-o para o território da criação, da percepção e da memória. A fotografia, quando posta enquanto paradigma de um tempo e espaço, reconstrói em nós narrativas indomáveis. Como bem considerou o artista surrealista Salvador Dalí, em reflexão sobre a fotografia como pura criação do espírito, em 1927: “Saber mirar es un sistema completamente nuevo de agrimensura espiritual. Saber mirar es un modo de inventar”. Juntemos a essa defesa outra colocação, desta vez sobre o tempo, do poeta André Breton, que o define como sendo velha farsa sinistra, trem que descarrilha continuamente, louca pulsação. Os dois apartes trabalham com a dimensão imensurável que une os elementos visuais dispostos na imagem e o não limite do tempo (Quintas, 2014).
Por sua reciprocidade com a realidade, as imagens fotográficas tendem a nos "enganar”
sob a ótica psicológica. Ou tendem a omitir outras possibilidades além da óbvia razão
imagética apresentada. Por isso a imagem fotográfica numa abordagem psicológica tende a subverter o seu entendimento tradicional. Susan Sontag, filósofa que dedicou parte de sua obra a pesquisa sobre fotografia e de como as relações humanas passaram a ser mediadas por imagens, nos deixou como reflexão que a fotografia ao invés de ser um espelho fidedigno do real, é uma interpretação e construção da realidade que manipula nossa percepção de tempo e da experiência (Sontag, 2004).
O caminho para amplificar a compreensão da linguagem fotográfica e do objeto fotográfico como uma possibilidade psicológica passa fundamentalmente por sua
conexão com os conceitos da psicologia analítica. É necessário olhar para essa aproximação como algo que substancialmente se renova, pois assim como as representações arquetípicas, tendem a se renovar em sua simbologia.
Disso deriva a necessidade de investigações e aprofundamento permanentes, de novas elaborações em busca de novas compreensões das pulsões das imagens, da confrontação positiva com outras linguagens da arte, das aproximações com possíveis vivências clínicas, sem perder de vista os aspectos estéticos como percurso expressivo. Sem perder de vista, portanto, a nossa capacidade de “ficar com a imagem”. De sentir a imagem. Afinal, a alma é constituída de imagem ou é ela mesma imagem (Barcellos, 2012).Nos cabe aprofundar essas experiências de modo a nos levar a um
caminho cada vez mais reconhecido para a concepção de uma fotografia junguiana.
Referências Bibliográficas
BARCELLOS, G. Psique e Imagem: Estudos de Psicologia Arquetípica. Petrópolis: Vozes, 2012.
FARIA, D. L.; WAHBA, L. L. (Org.). Criatividade, arte e psicologia junguiana. Curitiba: CRV, 2017.
JACOBI, J. Complexo, arquétipo e simbologia na psicologia de C.G. Jung. Petrópolis: Vozes, 2016.
JUNG, C. G. A Energia Psíquica, Vol 8/1. 14.ed, Petrópolis: Vozes, 2013a.
. O espirito na arte e na ciência, Vol 15. 8.ed, Petrópolis: Vozes, 2013b.
. O eu e o inconsciente. Petrópolis: Vozes, 2014a.
. Psicologia do insconsicente, Vol 7/1. 24.ed, Petrópolis: Vozes, 2014b.
KAST, V. Jung e a psicologia profunda: um guia de orientação prática. São Paulo: Cultrix, 2019.
LEITE, S. J. S.; WAHBA, L. L. A abstração e uma nova leitura da realidade: Jung, Picasso e a Arte Moderna. In: FARIA, Durval Luiz de; WAHBA, Liliana Liviano (Org.). Criatividade, arte e psicologia junguiana. Curitiba: CRV, 2017, p.35-50.
MELLO, J. R. A. PSICOLOGIA JUNGUIANA NA CONTEMPORANEIDADE: A FOTOGRAFIA COMO EXPRESSÃO SIMBÓLICA DO MUNDO DAS IMAGENS
ARQUETÍPICAS. 38p. Monografia (Especialização em Psicologia Junguiana). Instituto Junguiano de Ensino e Pesquisa, São Paulo, 2022.
QUINTAS, G. Inquietações fotográficas: Narrativas poéticas e crítica visual. Fortaleza: Tempo d’Imagem, 2014.
SONTAG, S. Sobre a fotografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2004.
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1 Analista em Formação do Centro de Estudos Junguianos, Analista Associados – CEJAA. Especialista em Psicologia Analítica – IJEP. Especialista em Arteterapia e Expressões Criativas – IJEP. Especialista em Cinema Documentário – FGV/RJ. Arte Educador com Habilitação em Artes Plásticas (Metodista Bennett/RJ, Fotógrafo e Artista Visual. Orientado por: Dra. Rachel Paterman.
2 O presente trabalho retorna e desenvolve alguns tópicos anteriormente tratados na monografia para especialização em Psicologia Junguiana (Mello, 2022).

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